Como comparar propostas de antecipação: taxa, TAC, prazo e custo efetivo
Taxa nominal parecida, custo efetivo diferente: como calcular o custo real da antecipação de recebíveis, com TAC, IOF, retenções e coobrigação.
Ler o artigo →Análises práticas para donos e gestores do middle market. Sem jargão vazio: o que muda o preço, protege o valor e destrava o negócio.
Taxa nominal parecida, custo efetivo diferente: como calcular o custo real da antecipação de recebíveis, com TAC, IOF, retenções e coobrigação.
Ler o artigo →O que a mesa compradora avalia num precatório antes do preço: ente, regime, natureza, estágio, cadeia de cessões e duration, e o que se resolve antes.
Ler o artigo →Concorrente, fundo, search fund, family office ou sócio: o que cada comprador paga, como paga e que risco deixa para o dono, com faixas de mercado e premissas.
Ler o artigo →Dívida ativa e falta de CND são o que mais trava a antecipação de quem vende ao governo. O que o capital olha, os caminhos para regularizar e a ordem certa.
Ler o artigo →Esperar o precatório ou ceder com deságio? Antes, faça o mapa do crédito: ente, estágio, fila, custos e regras da EC 136/2025.
Ler o artigo →Retainer, success fee, base de cálculo, tail e exclusividade: como se paga uma assessoria de M&A no middle market e quando não vale contratar.
Ler o artigo →Contrato com prefeitura ou estado pode lastrear antecipação, em alguns casos sem imóvel ou aval. Veja o que o capital analisa e o que trava a operação.
Ler o artigo →Como o escritório com carteira de precatórios pode indicar uma assessoria mantendo cliente e honorários: papéis, mandato, NCND e o que organizar.
Ler o artigo →Fundos, search funds, family offices e estratégicos: como cada um decide, o que abre ou fecha a conversa e como o dono testa se a empresa cabe numa tese.
Ler o artigo →Antes de escolher o instrumento de captação, pergunte quem paga e o que essa contraparte quer ver como garantia. Recebível, imóvel e dívida bilateral pedem estruturas diferentes.
Ler o artigo →Da triagem do crédito à comunicação formal ao tribunal e ao ente devedor: o rito real de uma cessão, com a base legal e os pontos onde a operação costuma travar.
Ler o artigo →O contrato social decide o método antes do laudo. Apuração de haveres ou negociação de mercado, e os três caminhos para pagar a saída sem vender a empresa inteira.
Ler o artigo →O earn-out fecha a distância entre vendedor otimista e comprador cético. Mal desenhado, vira litígio. O que precisa estar no contrato antes de assinar.
Ler o artigo →Quando dívida cara e vontade de vender aparecem juntas, vender costuma ser a resposta mais cara. O diagnóstico que separa motivo de venda de instrumento certo.
Ler o artigo →Papel perfeito não é garantia de comprador. O mapa de devedor, valor e estágio que decide se a cessão tem mercado — e o que mudou com a EC 136/2025.
Ler o artigo →O comprador não paga pelo EBITDA do balanço. O que são add-backs, o que desconta — e por que a briga da negociação é na base, não no múltiplo.
Ler o artigo →Valor de face não é preço. Os quatro fatores que decidem o deságio de uma cessão — e o que mudou com a EC 136/2025.
Ler o artigo →Esperar parece grátis. Não é. A conta de valor presente que compara ceder agora com aguardar o pagamento integral.
Ler o artigo →A etapa em que o negócio para de ser conversa e vira verdade. O que o comprador investiga e como o vendedor preserva valor.
Ler o artigo →O valor não é um número exato — é uma faixa. Os métodos, as premissas e a finalidade que definem quanto vale o seu negócio.
Ler o artigo →A primeira oferta é uma âncora, não um veredito. Os cinco movimentos que preservam valor antes de você responder.
Ler o artigo →Uma aquisição pode entregar praça, carteira e capacidade de imediato — se começar com tese e funding pensados antes.
Ler o artigo →Múltiplo é da qualidade do negócio, não do setor. Previsibilidade, dependência do dono e crescimento com margem explicam a diferença.
Ler o artigo →Antes do EBITDA, ele lê risco. Os quatro sinais — dependência do dono, números, concentração e passivos — que viram desconto.
Ler o artigo →Bons negócios travam porque os dois lados não se acham. A tese que originou a Vantis: encontrar a contraparte e montar a ponte.
Ler o artigo →O que é, para que serve na sucessão e na governança — e por que holding não é blindagem contra credores. Com propósito legítimo.
Ler o artigo →Um não do banco fecha um balcão, não o mercado. CCB, FIDC e CRI/CCI — as rotas de capital conforme o seu lastro.
Ler o artigo →A carta contemplada pode compor o funding de um deal — às vezes mais barata que o banco. Custo, estrutura e o cuidado com o timing.
Ler o artigo →Diferente do banco, a União tem regra de negociação publicada em lei. Como funciona a transação por capacidade de pagamento.
Ler o artigo →A lei equipara seguro garantia a dinheiro na penhora — mas a troca não é automática. O que o STJ decidiu em 2025.
Ler o artigo →Novos artigos publicados semanalmente. Fale com a Vantis sobre o seu caso.